Como pegamos os dados
O Orelhômetro é uma sátira, mas os casos são reais. Cada centímetro de orelha vem de uma notícia publicada, com link para quem quiser conferir.
1. De onde vêm as notícias
Uma automação lê, várias vezes por hora, os canais públicos de notícias de jornais e portais de todo o estado:
- Capital e Grande Rio: G1 RJ, O Dia, Extra, Meia Hora, Diário do Rio, Super Rádio Tupi, Agência Brasil e o COR-Rio (Centro de Operações da Prefeitura).
- Niterói e São Gonçalo: O São Gonçalo e O Fluminense.
- Baixada Fluminense: Enfoco.
- Interior: as edições regionais do G1 (Serrana, Lagos, Norte e Sul Fluminense), Tribuna de Petrópolis, Serra News, Campos 24 Horas, J3 News, RC24h, O Debate, Diário do Vale, Angra Notícias e outros jornais regionais.
- Tiroteios: alertas do Instituto Fogo Cruzado e alertas validados pela equipe do OTT (Onde Tem Tiroteio).
2. A triagem
Nem toda notícia vira caso. Entra no placar só o que:
- relata uma ocorrência atual (tiroteio, roubo, homicídio, deslizamento, falha no transporte…), não uma retrospectiva ou opinião;
- tem local confirmado dentro do estado do Rio de Janeiro;
- se encaixa numa das categorias do placar.
Uma inteligência artificial ajuda a ler as manchetes e separar a categoria e o local. Regras fixas conferem o resultado, e na dúvida a matéria fica de fora.
3. Sem contar duas vezes
O mesmo caso costuma sair em vários jornais. Quando matérias diferentes falam da mesma ocorrência, na mesma cidade e no mesmo intervalo de horas, elas viram um caso só. Nesse caso fica a manchete mais completa, e o número de vítimas não é somado duas vezes.
4. Números oficiais
A faixa “RJ em números” traz estatísticas oficiais do ISP (Instituto de Segurança Pública do RJ), sempre com o período de referência de cada dado.
5. Achou um erro?
A triagem é automática e pode errar. Se um caso foi contado errado, ou ficou faltando, mande pela página de Contato com o link da notícia. A gente confere e corrige.
Limites
O placar mostra o que foi noticiado, não tudo o que acontece no estado. Muitos casos nunca viram notícia, então os números são um retrato do noticiário e não uma estatística oficial.